Quando eu era mais novo, via as pessoas falarem de seus sentimentos e achava que tudo aquilo era só no sentido figurativo. Aquela história de falar que o coração doía, que o coração estava apertado, por esse ou aquele motivo, pra mim era tudo no sentido metafórico. Eu não acreditava que o coração, que cientificamente tem a única - e essencial - função de bombear o nosso sangue, pudesse fazer parte do lado sentimental, sensitivo, intangível da nossa vida.
Porém, o tempo passa, a gente cresce, vive, e aprende que tudo aquilo que a gente acreditava na infância, não faz tanto sentido assim.
Hoje, exatamente agora por exemplo, eu sei que nada daquilo que eu acreditava quando criança faz sentido. O coração da gente é capaz de se apertar sim, é capaz de doer sim, e o mais importante, é capaz de bater involuntariamente por outro motivo além de bombear o nosso sangue.
Apertar de saudade, e como aperta. Doer de falta, de abstinência. Bater de amor, de paixão.
Quem sou eu? Um garoto de 21 anos que fala tanto de amor? Isso seria normal? Chega a ser chato, redundante, repetitivo, se alguém lê esse blog aqui deve pensar: Esse menino só sabe falar de sentimentos? E aí vai a resposta: Não, sei falar de outras coisas também, mas o que me faz escrever são meus sentimentos, e por isso a falta de variedade de assuntos aqui nesse blog, que não escrevo para ninguém, a não ser para mim mesmo.
Chato ou não, repetitivo ou não, me sinto feliz e agradecido a Deus por apenas um motivo:
Aos 21 anos, já saber com tanta certeza o que é o amor. Já sentir com tanta veracidade esse sentimento que é o mais belo de todos, o mais verdadeiro, que faz eu me levantar todas as manhãs e agradecer por ter uma família que eu amo e que me ama, e uma pessoa mágica que faz os meus olhos brilharem. E são exatamente essas pessoas que são as responsáveis por eu ter mudado aquela idéia que eu tinha quando criança, pois é por elas que meu coração aperta de saudade, dói com a falta e bate, e como bate por amar tanto cada uma delas.
E vai ser assim, cada vez mais.
Porém, o tempo passa, a gente cresce, vive, e aprende que tudo aquilo que a gente acreditava na infância, não faz tanto sentido assim.
Hoje, exatamente agora por exemplo, eu sei que nada daquilo que eu acreditava quando criança faz sentido. O coração da gente é capaz de se apertar sim, é capaz de doer sim, e o mais importante, é capaz de bater involuntariamente por outro motivo além de bombear o nosso sangue.
Apertar de saudade, e como aperta. Doer de falta, de abstinência. Bater de amor, de paixão.
Quem sou eu? Um garoto de 21 anos que fala tanto de amor? Isso seria normal? Chega a ser chato, redundante, repetitivo, se alguém lê esse blog aqui deve pensar: Esse menino só sabe falar de sentimentos? E aí vai a resposta: Não, sei falar de outras coisas também, mas o que me faz escrever são meus sentimentos, e por isso a falta de variedade de assuntos aqui nesse blog, que não escrevo para ninguém, a não ser para mim mesmo.
Chato ou não, repetitivo ou não, me sinto feliz e agradecido a Deus por apenas um motivo:
Aos 21 anos, já saber com tanta certeza o que é o amor. Já sentir com tanta veracidade esse sentimento que é o mais belo de todos, o mais verdadeiro, que faz eu me levantar todas as manhãs e agradecer por ter uma família que eu amo e que me ama, e uma pessoa mágica que faz os meus olhos brilharem. E são exatamente essas pessoas que são as responsáveis por eu ter mudado aquela idéia que eu tinha quando criança, pois é por elas que meu coração aperta de saudade, dói com a falta e bate, e como bate por amar tanto cada uma delas.
E vai ser assim, cada vez mais.